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Assunção de dívida, o que é?
A assunção de dívida permite que um terceiro assuma uma obrigação, liberando o devedor original, desde que haja consentimento expresso do credor e observância das formalidades legais.
Apesar de estratégica em negociações e reestruturações, exige atenção jurídica para garantir validade e segurança às partes envolvidas.

Pedro Fonseca
23 de abr.2 min de leitura


Abusos em contratos de cartão corporativo com taxas flutuantes
Taxas flutuantes aplicadas sem transparência em cartões corporativos têm levado empresas ao endividamento inesperado e ao desequilíbrio contratual.
A revisão jurídica desses contratos é essencial para identificar abusos e proteger a saúde financeira do negócio.

Rodolpho Caldeira
22 de abr.2 min de leitura


Como obter o contrato bancário quando o banco se recusa a fornecer?
O acesso ao contrato bancário não é um favor do banco, mas um direito garantido ao consumidor por lei, assegurando transparência e clareza nas relações financeiras. Negar esse documento é prática abusiva que pode e deve ser combatida por meio dos órgãos competentes ou do Judiciário.

Ana Gabriella
16 de abr.2 min de leitura


Execução de documentos nos contratos bancários: limites da exigibilidade diante da ausência de exibição pelo banco
A ausência de exibição do contrato bancário compromete a validade da execução, ao impedir a verificação da dívida.
Sem o documento, o direito de defesa do devedor é fragilizado, exigindo mais transparência nas cobranças.

Deborah Oliveira
14 de abr.3 min de leitura


As fontes normativas e a importância da jurisprudência no microssistema do direito bancário
O direito bancário é guiado pela jurisprudência, onde decisões dos tribunais moldam soluções além da lei escrita. Nesse cenário técnico, a especialização é essencial para garantir segurança jurídica e melhores resultados.

Laurence Barcelos
9 de abr.3 min de leitura


Fraude à execução: o que é e quais as consequências?
Fraude à execução acontece quando o devedor tenta ocultar ou transferir bens após o início de um processo judicial para evitar o pagamento da dívida. Esses atos podem ser considerados ineficazes pela Justiça, permitindo a penhora mesmo que o bem já esteja em nome de terceiros.
Suelen Rodrigues
6 de abr.2 min de leitura


O consorciado desistente possui direito a restituição das quantias pagas
Desistir de um consórcio não significa perder os valores pagos. Entenda quando ocorre a restituição das parcelas e quais são os direitos do consorciado segundo a lei e o STJ.

Pedro Fonseca
26 de mar.2 min de leitura
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