Empresário: evite esses 3 erros ao sentar-se com o gerente do banco
- Vinicius Barbosa
- 23 de dez. de 2025
- 1 min de leitura

Motivado pela pressão do momento, a atitude mais comum, e muitas vezes desesperada, do empresário quando enfrenta uma dívida bancária é buscar a renegociação da dívida pessoalmente na agência bancária.
Para muitos empresários, comerciantes, endividados, essa solução que parece ideal vira uma verdadeira “armadilha”. Muitos aceitam propostas sem analisar adequadamente os termos do novo contrato.
O resultado? Pagam duas, três vezes o que deviam.
Erros fatais são cometidos por empresários no momento da renegociação, tais como aceitar a primeira proposta do gerente por medo de represálias, alongar a dívida para o próximo ano, colocar bens da família como garantia.
Obviamente, a renegociação mal planejada e sem assessoria jurídica adequada pode piorar a saúde financeira da empresa, aumentar o passivo, afetar o fluxo de caixa.
A renegociação bancária deve gerar alívio, fôlego, ao empresário, não aprofundar ainda mais o endividamento.
Tome muito cuidado ao aceitar a primeira proposta ou o alongamento da dívida, visto que isso pode parecer “facilitar” a sua vida, mas vai aumentar e muito o saldo devedor do seu contrato. Quer uma dica? Faça os cálculos das parcelas e juros antes da assinatura do aditivo contratual e fique mais consciente do real valor que vai pagar.
Além disso, é comum o seu gerente exigir garantias reais ou pessoais, incluindo imóveis da empresa ou até da família do sócio. Aqui, tome extremo cuidado. O imóvel oferecido voluntariamente em garantia pode não ter a proteção do bem de família e acabar sendo penhorado.
Às vezes, a melhor saída não é renegociar diretamente com seu gerente, mas buscar a reestruturação do seu financeiro judicialmente, com a discussão das cláusulas abusivas, ilegais.
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